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03 Novembro, 2008

Convite - 1o Salão Nacional de Humor sobre Doação de Órgãos





         ConviteA GABRIEL e Fundação Pró-Memória de Indaiatuba tem a satisfação de informar que a Exposição do 1º Salão Nacional de Humor sobre Doação de Órgãos foi prorrogada até o dia 30 de novembro!Além da exposição o Casarão Cultural Pau Preto preparou uma programação especial de filmes abordando o tema “Doação de Órgãos” que será exibida no Auditório da Tulha todas às sextas feiras às 19,30 hEsperamos por você!Local: Casarão Cultural Pau PretoEndereço: Rua Pedro Gonçalves, 447 - Indaiatuba - SPFone: (19) 3875-8383 Programação:Dia 07/11 - Medidas desesperadasDia 14/11 - Dívida de sangueDia 21/11 - Tudo sobre minha mãeDia 28/11 – A vida por um fioAo final da exibição haverá um bate-papo comentando o filme.Informações no site www.promemoria.indaiatuba.sp.gov.br  ou no telefone (19) 3801-2047


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apoio


Após uma semana, coração de rapaz com morte encefálica pára e órgãos não podem ser aproveitados

Pâmela Oliveira

Jornal O Dia

Rio - Após uma semana de espera, chegou ao fim a esperança da família do motorista Marcos Vinícius Rojas Arêas de doar os órgãos do rapaz. Morador de Maricá, 26 anos, ele sofreu acidente de carro sexta-feira da semana passada e, desde então, a família tentava fazer a doação. O jovem tinha diagnóstico de morte encefálica. Antes da conclusão dos exames e procedimentos necessários à doação, o coração de Marcos Vinícius parou e a família não conseguiu cumprir o desejo expresso dias antes do acidente: ser doador.

 

“A família está muito abalada. A mãe está arrasada porque até o último momento ela ainda tinha a esperança de doar. Hoje, depois de todos os problemas, já estava tudo certo, o hospital tinha conseguido fazer o exame que confirmava a morte cerebral, já tinha tirado sangue e enviado para o Hemorio fazer os exames, mas o coração dele parou. Tudo foi muito demorado”, disse a tia de Marcos, Marilene Tavares Arêas.

 

Internado no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, em Maricá, desde o dia do acidente, o primeiro exame necessário para a confirmação da morte encefálica só foi feito quarta-feira e o resultado ficou pronto ontem, conforme mostrou O DIA. Diretor do hospital, José Luiz Franco Santos disse que o feriado atrasou a realização do exame, feito por uma clínica conveniada.

 

Mãe de Marcos Vinícius, Nádia Gimenez Rojas, 55, contou que o filho, que fez 26 anos dia 18, disse na festa de aniversário que gostaria de ser doador caso ocorresse uma fatalidade. Em março, Jonatan, 18, irmão de Marcos morreu após sofrer um acidente de moto. Mas a doação não foi possível devido à gravidade do acidente. “Gostaria muito de ter conseguido doar porque queria saber que meu filho continuava vivendo, se divertindo em várias pessoas”, disse, antes de saber da morte.

 

Segundo o governo do Estado, quando coração do possível doador parou os procedimentos determinados por lei para confirmação de morte cerebral tinham sido concluídos, e estava sendo feito exame que iria determinar que unidades fariam a captação dos órgãos.

 

INQUÉRITO INVESTIGARÁ O CASO

 

Presidente da Associação Doe Fígado, que reúne pacientes que necessitam que um transplante hepático, Carlos Roberto Cabral procurou ontem o Ministério Público Federal para pedir uma investigação sobre as circunstâncias que impossibilitaram a doação dos órgãos de Marcos Vinícius.

 

“O que aconteceu foi imperdoável. A demora foi muito grande. O coração do paciente se manteve batendo por uma semana após a morte cerebral e ainda assim a captação não foi feita. A fila de órgãos é enorme e perdemos a chance de ter um doador sadio, que provavelmente poderia ter ajudado várias pessoas. Isso não pode acontecer”, disse Cabral.

 

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil, 6.350 pessoas esperam por um transplante no estado.

 

Presidente regional da Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos (Adote), Rafael Paim criticou a longa demora entre a suspeita de morte encefálica e a conclusão dos procedimentos necessários para confirmação do diagnóstico — fundamental para que ocorra a captação. “Fica clara a falta de recursos para viabilizar a doação. O hospital diz que não tem condição de fazer os exames, pede apoio à Central Estadual de Transplantes, que diz que não pode fazer. E mais uma captação deixa de ser realizada. Isso faz muitas famílias desistitirem da doação”, disse.

31 Outubro, 2008

Doação de órgãos no país está na contramão de vizinhos

13/10/07 - 12h09 - Atualizado em 13/10/07 - 12h52

Sistema Nacional de Transplantes vai treinar equipes para fazer a busca ativa por órgãos.
Falta desse trabalho faz com que 50% dos órgãos sejam perdidos.

Da Agência Estado

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Enquanto quase todos os países da América Latina registram aumento do porcentual da população doadora de órgãos e tecidos, o Brasil sofre quedas progressivas já há três anos.  No dia 27 de setembro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão lançou uma campanha para incentivar as doações de órgãos no país.

 

Segundo dados levantados pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o País teve no primeiro semestre de 2007 uma média de doadores de 5,4 por milhão da população, menos do que o apontado no período em 2004 (7,6), 2005 (6,4) e 2006 (5,8).

 

No mesmo período, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Uruguai saltou de 19,2 para 25,2 doadores por milhão, por exemplo, enquanto a Argentina, embora ainda com números mais modestos, atingiu índice de 11,9.

Para reverter o quadro, o Sistema Nacional de Transplantes (SNT), órgão ligado ao Ministério da Saúde responsável pela política de doação e transplante no País, anunciou no último mês que vai apostar na criação de equipes especiais treinadas para fazer a busca ativa por órgãos. Na prática, isso significa instalar nos hospitais um grupo especializado para identificar potenciais doadores, fazer o diagnóstico de morte cerebral, conseguir autorização dos familiares para a doação, retirar os órgãos e conservá-los para a realização dos transplantes. O modelo fez da Espanha o país com os melhores índices mundiais na captação de transplantes de órgãos e é apontado como o responsável pelo avanço nos números dos países latino-americanos.

"A única coisa que faltava no Brasil era essa busca ativa com equipes mais bem qualificadas. Esse é o trabalho que estamos realizando", afirma o coordenador do SNT, Abrahão Salomão Filho, que faz questão de ressaltar que, apesar da redução, o País é um dos três maiores do mundo em números absolutos de transplantes realizados. Embora em vários Estados e hospitais já fossem realizadas essas buscas ativas, o trabalho nem sempre era feito com qualidade. "Na Bahia, por exemplo, era uma catástrofe. Em Santa Catarina temos índices ótimos, pois se investiu nisso. Não há razão para não dar certo", completa Salomão Filho.

  Dificuldades médicas

Para o presidente da ONG Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos (Adote), Francisco Neto de Assis, a maior dificuldade para a reversão do quadro de queda nas doações está justamente na conscientização e capacitação da classe médica. "Muito hospital tem grupo de busca de órgão, mas é só formalidade, não funciona na prática. Os médicos não são pagos para fazer isso e por vezes nem sabem como fazer essa abordagem da família para conseguir autorização", afirma Assis.

A falta desse trabalho faz com que 50% dos órgãos que poderiam ser aproveitados para doação sejam perdidos. Na metade que pode ser aproveitada, cerca de 30% do total de órgãos é perdido porque as famílias não autorizam a doação. "Ao menos não vem aumentando a rejeição das famílias", aponta a presidente da ABTO, Maria Cristina Ribeiro de Castro.

  Capacitação

Também num esforço de preparar melhor os médicos sobre a doação e o transplante de órgãos, o Conselho Federal de Medicina (CFM) realizou no final de setembro um congresso nacional sobre o tema. De acordo com o 2º vice-presidente do CFM e diretor técnico de transplantes do conselho, Rafael Nogueira, foi detectado que é necessário melhorar o trabalho médico em todas as etapas do processo da doação ao transplante. "As novas medidas do governo devem promover um grande avanço, mas temos ainda de aprimorar os diagnósticos da morte cerebral, que é um dos primeiros passos. Depois, há hospitais em que as equipes internas não funcionam, então é preciso investimento", aponta Nogueira.

Para Maria Cristina, a idéia do governo de instituir as equipes de busca ativa é um passo na direção correta, mas ela faz uma ressalva: o ideal seria que as equipes fossem montadas e administradas internamente pelos próprios hospitais grandes, como no modelo espanhol, e não com brigadas do governo. "As equipes internas já sabem o funcionamento do hospital, estão mais capacitadas a auxiliar pelo conhecimento da estrutura", conta. Abrahão Filho, do SNT, concorda. "É uma desvantagem, mas ao mesmo tempo a iniciativa do governo era necessária para fazer funcionar essas comissões", analisa.

Outro problema encontrado na hora de formar as comissões internas para fazer a busca ativa de órgãos é a formação de médicos e enfermeiros. De acordo com o responsável pela Central de Transplantes de São Paulo, Luiz Augusto Pereira, não consta no currículo das faculdades o ensino das técnicas para a realização do trabalho para a captação de órgãos. "Em São Paulo nós desenvolvemos um curso de imersão, intensivo, em 3 dias, onde ensinamos com profundidade todas as etapas do processo de captação de órgãos. Não basta ter a equipe, é preciso qualificá-la".

 

Só 10% dos órgãos que podem ser transplantados são aproveitados

27/09/08 - 09h00 - Atualizado em 27/09/08 - 09h00

50% dos pacientes com morte encefálica são notificados.
Ministério da Saúde divulga plano de ações para reverter quadro.

Do G1, em São Paulo

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Cerca de 10% dos órgãos que poderiam ser transplantados no Brasil são aproveitados, segundo reportagem da Agência Brasil. A informação foi dada pelo diretor de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, durante o lançamento de um conjunto de medidas que têm o objetivo de aumentar as doações de órgãos e melhorar a organização das filas para transplantes.

 

Beltrame disse que os dois principais fatores que dificultam a captação de órgãos no país são a negativa das famílias em autorizar a retirada dos órgãos do doador e a falta de notificações de mortes encefálicas. Apenas 50% dos pacientes com morte encefálica são notificados nos hospitais brasileiros e somente 20% dos familiares concordam com o transplante.

 

Uma das medidas que devem colocadas em prática pelo Ministério da Saúde para reverter o baixo aproveitamento de órgãos é o custeio pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para que os cerca de mil hospitais particulares que não têm convênio com o sistema passem a fazer a retirada de órgãos para doação. Até agora, quando ocorria uma morte encefálica em um desses estabelecimentos, o paciente tinha que ser removido para um hospital credenciado.

 

No primeiro semestre de 2008, as doações de órgãos cresceram 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o número de transplantes passou de 7 mil para 8,3 mil. Segundo o Ministério da Saúde, o aumento maior no número de transplantes do que nas doações aponta um avanço no aproveitamento dos órgãos.

 

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/ brasil / Doação de órgãos

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G1O Portal de Notícias da Globo

07/03/08 - 01h31 - Atualizado em 07/03/08 - 01h31

DF cria lei de incentivo a doação de órgãos

Ministério Público decidiu contestar a lei.
Objetivo é incentivar a doação, já que o número de não doadores é maior.

Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal da Globo

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Para estimular a doação de órgãos, a câmara distrital aprovou nesta quinta-feira (6) uma lei que cria o auxílio funeral à família do doador. O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, considerou a lei inconstitucional, mas os deputados conseguiram derrubar o veto. Agora o Ministério Público decidiu contestar a lei.

Veja o site do Jornal da Globo.

“Não pode haver qualquer remuneração pelo órgão, pelo sangue, por nada que provenha do corpo humano, o que pode haver é a solidariedade, altruísmo, misericórdia, grandeza, esse é o debate”, protesta o promotor Diaulas Ribeiro.

A nova lei pode ajudar a aumentar a quantia de doações, já que o número de não doadores é maior, como informam os médicos do Centro de Transplantes do Distrito Federal. “Eu não acho que cria um mercado. Mas, eu acho que o gesto é tão nobre que ele tem aparecer por si só. Você não pode dar preço a um órgão doado. Isso não tem preço”, opina Daniela Salomão, coordenadora do centro de transplantes.

A presidente da Ordem dos Advogados do Distrito Federal, Estefânia Viveiros, é defensora do auxílio funeral: “Eu acho que não há que se falar em nenhum tipo de inconstitucionalidade, até porque o projeto não busca essa comercialização dos órgãos. Ao contrário, incentiva que a população seja consciente da necessidade da doação desses órgãos”.

O Ministério da Saúde não quis fazer comentários sobre a lei aprovada.

 

  Auxílio Funeral

O valor do auxílio ainda vai ser regulamentado. Na tabela das funerárias de Brasília, o funeral com transporte e flores incluídas custa 850 reais.

A dona de casa Jorgiana e o marido Carlos Humberto, que é bóia-fria, vieram do interior de Minas Gerais a Brasília para tratar o filho Gustavo, de 4 anos, que tinha paralisia cerebral. Após uma convulsão, a criança morreu. Pensando em salvar a vida de outras pessoas, o casal decidiu doar os órgãos do filho. “Eu acho que se todo mundo pegasse isso como exemplo a fila de doação de órgãos não estava tão extensa igual anda hoje”, diz Jorgiana Pereira da Silva.

 

Cientistas apresentam o primeiro coração totalmente artificial

Cientistas apresentam o primeiro coração totalmente artificial
<http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/10/27/cientistas_apresentam_primei
ro_coracao_totalmente_artificial-586138603.asp
>

Data : Sexta-feira, 31 de outubro de 2008

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A burocracia contra a vida

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31/10/2008 00:53:00

A burocracia contra a vida

Família não consegue doar órgãos de rapaz devido a demora em exame para atestar morte cerebral

Pâmela Oliveira

Rio - Há uma semana, a família do motorista Marcos Vinícius Rojas Arêas, 26 anos, tenta doar os órgãos do rapaz, vítima de acidente. Ele está no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, em Maricá, desde a tarde de sexta-feira, quando foi constatada suspeita de morte cerebral, e somente na quarta-feira o foi submetido a exame capaz de confirmar o diagnóstico. O resultado atestando a morte encefálica chegou apenas ontem ao hospital.

Muito angustiada, a família da vítima teme que devido à longa espera os órgãos já não possam ser doados. Dias antes do acidente, Marcos disse que queria ser doador caso sofresse acidente. “Eu queria muito saber que uma parte do meu filho salvou alguém, ajudou um jovem a viver com um coração novo, saudável. Ou um rim, um fígado”, disse a mãe de Marcos, Nádia do Carmo Gimenes Rojas, 55 anos.

“Dias antes do acidente, meu filho viu que os pais da Eloá doaram os órgãos dela, ficou emocionado, e disse que se aquilo ocorresse com ele, gostaria de ter a chance de ajudar sete, oito pessoas. Mas a gente vê que a realidade é outra. A burocracia e o descaso são enormes”, lamenta a mãe.

Nádia diz que a família telefonou para a Central Estadual de Transplantes no sábado para informar o desejo de doar os órgãos, mas foi informada de que o hospital era quem deveria fazer a notificação. “Quando falamos que queríamos doar, o hospital disse que teríamos que arcar com despesas do transporte dele até Niterói e que teríamos que trazer um neurologista de fora. Além disso, teríamos que esperar dias até o corpo do meu filho voltar para Maricá para fazer o enterro. Fomos tratados como se estivéssemos pedindo um favor”, conta Nádia, que até a chegada da equipe de O DIA chegar ao hospital, ontem, não tinha sequer a certeza de que seu filho estava com morte encefálica. “Sexta-feira, nos disseram que sim. Sábado, trouxemos médico particular, que conversou com o médico daqui e nos disse que tínhamos que esperar”, disse ela.

Feriados e falta de estrutura

Ontem, o diretor do hospital municipal, José Luiz Francisco Santos, disse que a unidade não tem condições de realizar os exames necessários para a constatação da morte encefálica, exigidos pela Central Estadual de Transplantes. E alegou que demorou a fazer o eletroencefalograma — que mede a atividade cerebral — devido a feriados.

“Segunda-feira foi ponto facultativo e terça, feriado. Quarta-feira, o exame foi feito por uma clínica conveniada, mas o técnico teve que levar para o Rio e receberemos o resultado hoje (ontem), por fax”, disse.

“Fica realmente difícil para um hospital pequeno, no interior, ter acesso aos exames necessários para cumprir o protocolo. Isso praticamente impossibilita a doação. Deveria ter alguma forma de ajuda, de auxílio”, acrescentou o diretor, que afirma não ter sido procurado pela família ou pelos médicos para falar sobre o caso: “Soube pela Secretaria de Saúde de Maricá”.

José Luiz disse ainda não ter sido informado sobre a abordagem à família. “Se algum médico disse que a família teria que arcar com as despesas, disse por conta dele”, afirmou o diretor.

CONTATO COM CENTRAL ESTADUAL

A Secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil afirmou que a Central de Transplantes foi notificada pelo hospital, ontem, sobre a realização do exame para confirmação de morte cerebral. A secretaria afirmou ainda que a Central foi contatada por familiares de Marcos, sábado, sobre a suspeita de morte cerebral, e que propôs que ele fosse levado para o Hospital Azevedo Lima, em Niterói, que tem condições de realizar os exames necessários.

Segundo a Central, porém, o pai foi contra a transferência, alegando que o enterro seria em Maricá e a ida e vinda do corpo dificultaria o sepultamento. Quarta-feira, outro familiar voltou a procurar a Central.


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30 Outubro, 2008

Vamos ajudar Esse ANJO lindo convidou você para participar de uma comunidade: Robertinho - Anjo e Guerreiro!

Mensagem enviada por carina.tuka@hotmail.com

Vamos ajudar, Robertinho precisa do nosso apoio.........conto com todos vcs
bjos

Vamos ajudar Esse ANJO lindo convidou você para participar da
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23 Outubro, 2008

O gesto, a atitude: a grandeza da Família de Eloá

Impressionante. Por vezes, nossa trajetória entre a vida e a morte se apresenta acompanhada de muita dor. Por outro lado, nosso caminho pela terra se apresenta repleto de gestos e atitudes de extrema grandeza. Isto nos impressiona. Mesmo diante de uma dor imensa pela perda de Eloá, sua Família foi capaz de perceber e divulgar a beleza grandiosa e solidária da doação de órgãos e tecidos. Esta atitude transformou morte em vida. Diante da perda, o gesto criou uma ação que está divulgando e dando oportunidades de vida para quem está e, mais importante, para quem estará na fila de transplantes. O gesto e a atitude de Ana Cristina são lindos, grandiosos. Uma morte e sete vidas salvas! Parabéns para a Família. O Brasil agradece. Nós da Adote sabemos que sempre há aprendizado diante de situações difíceis. Este aprendizado só vem para quem percebe que a vida pode continuar para aqueles que ficam aqui conosco. Nossos pêsames e nossos parabéns para a Família de Eloá.
Rafael Paim
Pai do Bebê Arthur, um guerreiro que morreu lutando por gestos de doação e atitudes de notificação.
Presidente Adote Rio de JaneiroADOTE - Aliança pela Doação de Órgãos e Tecidos
Ajude. Você se sentirá feliz.
Visitem nossos sites: http://www.adote.org.br/ http://www.doeacao.org.br/

21 Outubro, 2008

O gesto, a atitude: a grandeza da Família de Eloá

Impressionante. Por vezes, nossa trajetória entre a vida e a morte se apresenta acompanhada de muita dor. Por outro lado, nosso caminho pela terra se apresenta repleto de gestos e atitudes de extrema grandeza. Isto nos impressiona.

Mesmo diante de uma dor imensa pela perda de Eloá, sua Família foi capaz de perceber e divulgar a beleza grandiosa e solidária da doação de órgãos e tecidos. Esta atitude transformou morte em vida.

Diante da perda, o gesto criou uma ação que está divulgando e dando oportunidades de vida para quem está e, mais importante, para quem estará na fila de transplantes. O gesto e a atitude de Ana Cristina são lindos, grandiosos. Uma morte e sete vidas salvas! Parabéns para a Família. O Brasil agradece.

Nós da Adote sabemos que sempre há aprendizado diante de situações difíceis. Este aprendizado só vem para quem percebe que a vida pode continuar para aqueles que ficam aqui conosco. Nossos pêsames e nossos parabéns para a Família de Eloá.

Rafael Paim
Presidente Adote Rio de Janeiro

ADOTE - Aliança pela Doação de Órgãos e Tecidos

Visitem nossos sites:

www.adote.org.br


www.doeacao.org.br

20 Outubro, 2008

Repercussão em Portugal - Família de adolescente brasileira autoriza doação dos seus órgãos

Família de adolescente brasileira autoriza doação dos seus órgãos
Diário de Notícias - Lisboa - Portugal
A directora do hospital de Santo André anunciou, ontem, que os pais de Eloá Cristina Pimentel autorizaram a doação dos órgãos da adolescentes e que estes ...

 

 

19 Outubro, 2008

Família Autoriza Doação

Confirmada a morte cerebral de Eloá Cristina
Estadão - São Paulo,SP,Brazil
A equipe médica aguarda a decisão da família de Eloá sobre a doação dos órgãos da adolescente. "Estamos tendo todo o cuidado na abordagem à família para não ...
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'Para mãe, foi difícil entender que coração bate', diz médica

Eloá teve morte encefálica anunciada no sábado e aguarda agora a retirada dos órgãos para doação

Redação

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SÃO PAULO - 

A médica Rosa Maria Aguiar, diretora do Centro Hospitalar Municipal de Santo André, explicou na tarde deste domingo o processo para a remoção dos órgãos da menina Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, que teve morte encefálica decretada às 23h30 deste sábado. Eloá foi baleada na cabeça após quatro dias como refém do ex-namorado, o jovem Lindembergue Alves, 22.

 

http://www.estadao.com.br/fotos/trajetoria-bala-1810.gif 

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'Para a mãe, foi muito difícil entender que coração está batendo, mas não tem mais vida', contou. ‘Mas ela elaborou bem a questão e esse sofrimento todo vai dar alegria a muitas pessoas, se  Deus quiser’, acrescentou.

 

Ela detalhou os procedimentos para a retirada dos órgãos. Segundo ela, a família assinou o documento autorizando a retirada dos órgãos.

 

Neste momento são realizados os exames de compatibilidade, parte no próprio hospital de Santo André e parte no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Estes exames irão identificar possíveis receptores para os órgãos de Eloá. A retirada do órgão ficará a cargo do hospital para onde irá o órgão.

 

Rosa Maria confirou que a retirada dos órgãos deve mesmo acontecer à noite e disse acreditar que a maioria dos órgãos possa ser utilizada.

 

Ela explicou que as funções vitais de Eloá serão mantidas com vida até a retirada completa dos órgãos e prevê que o corpo de Eloá deve seguir para o IML às 6h da segunda-feira, dia 20.

 

Nayara

 

Sobre Nayara, a amiga de Eloá que também era mantida refém e foi baleada na boca, Rosa Maria disse que está se recuperando bem. Segundo Rosa Maria, Nayara continua na semi-intensiva não por risco, mas por privacidade.

 

Tags:  Eloá, Santo André, seqüestro   http://www.estadao.com.br/img/interrogacao.gif  O que são TAGS?

Exemplo

Dom, 19/10/08 18:34  , cuba_cuba@estadao.com.br

Certamente tudo isso abalou demais os brasileiros e espero que tomem como exemplo o que a família de Eloá fez, mesmo com sofrimento esposto pela perda da filha amada, expreção sua bondade ao dar uma nova esperança de vida as pessoas com este gesto. Que Deus os abençoe sempre.

Nobreza

Dom, 19/10/08 18:05  , taddei@estadao.com.br

Apesar da grande dor, pela perda da filha de forma trágica e covarde, um gesto de humanidade de grande nobreza. Que DEUS possa abençoar essa famíla e amigos.

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