Notícia: SBP  (24/03/2006)


 

Doe, Salve Vidas

Os Profissionais de Saúde são, por vocação, motivados pela vida - por servir para educar, curar, reabilitar, prevenir e promover a saúde e o bem estar público. Salvar uma ou muitas vidas é o ápice de suas carreiras. Hoje há um bebê neste país que pode ser salvo. Arthur, ainda na barriga, teve diagnóstico de hipoplasia das cavidades esquerdas, a doença cardíaca mais severa que ocorre em bebês. Hoje, Arthur aguarda na fila de transplante. Como não há doadores inscritos, precisa que médicos informem sobre os raros potenciais doadores e que as famílias deste país avancem na cultura de salvar vidas pela doação.  Para este e todos bebês, não há impedimento formal ou legal, diferente do que podem pensar e, ainda, pensam.

Aos colegas pediatras solicitamos todo o empenho na busca para contribuir e promover a cultura de salvar vidas pela doação de órgãos, na identificação de possíveis doadores, não só para o Arthur, mas para todas as crianças e adolescentes que estão na fila de espera de transplante. Torna-se fundamental também que a Central de Transplante seja sempre comunicada no caso do surgimento de um possível doador.

Informações importantes: o Art. 5º. da res. CMF 1480/97, que define os intervalos mínimos entre as duas avaliações clínicas necessárias para a caracterização da morte encefálica serão definidos por faixa etária, conforme abaixo especificado:

a) de 7 dias a 2 meses incompletos - 48 horas
b) de 2 meses a 1 ano incompleto - 24 horas
c) de 1 ano a 2 anos incompletos - 12 horas
d) acima de 2 anos - 6 horas

Todas as informações adicionais sobre essa questão encontram-se detalhadas no site www.doeacao.com.br

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